CULTURA: FESTA DO DIVINO AGORA É PATRIMÔNIO CULTURAL DA BAHIA; CONQUISTA É FRUTO DE PROJETO DO DEPUTADO RICARDO RODRIGUES

Luciano Brotense
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Lei sancionada garante proteção, apoio estatal e fortalecimento do turismo religioso em todo o estado.

Uma das celebrações mais icônicas e tradicionais do calendário religioso baiano acaba de ganhar um novo status de proteção e prestígio. Foi sancionada a Lei nº 15.126/26, de autoria do deputado estadual Ricardo Rodrigues, que reconhece oficialmente a Festa do Divino Espírito Santo como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado da Bahia.

A proposta, que tramitou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), foi aprovada por unanimidade, refletindo o consenso sobre a importância histórica e social da festividade. Para o autor da proposta, o reconhecimento é uma vitória que ultrapassa as barreiras da religiosidade, alcançando a identidade cultural e a economia dos municípios.

"A Festa do Divino é a memória viva do nosso povo. Ao torná-la patrimônio oficial, estamos garantindo que essa manifestação secular, que envolve fé, gastronomia e música, tenha o apoio necessário do Estado para crescer e ser transmitida às futuras gerações" — afirma o deputado Ricardo Rodrigues.

O que muda com a nova lei?

Com o reconhecimento como Patrimônio Imaterial, a Festa do Divino passa a integrar o rol de bens protegidos pelo Estado. Isso facilita:

Captação de Recursos: maior facilidade para os municípios e irmandades buscarem apoio financeiro e parcerias públicas.

Promoção Turística: Inclusão prioritária no calendário oficial de eventos da Secretaria de Turismo da Bahia.

Salvaguarda de Tradições: Incentivo à preservação de ritos específicos, como o hasteamento da bandeira e as cavalhadas, que variam entre as regiões do estado.

Impacto Regional

Muito forte no interior baiano, a Festa do Divino atrai anualmente milhares de fiéis e turistas, movimentando o comércio local, o setor hoteleiro e a economia criativa. "O nosso mandato tem o compromisso de fortalecer o interior. Transformar essa tradição em lei é valorizar cada baiano que mantém essa chama acesa", conclui Rodrigues.

A nova legislação já está em vigor, marcando um novo capítulo para as comunidades que celebram o Divino de norte a sul da Bahia.


Fonte: ASCOM Dep. Ricardo Rodrigues 


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